um pequeno jogo 9 de dezembro de 2011
Para aqueles que estão acompanhando nosso falatório desde o início, vai parecer estranho o salto temporal que faremos nesse próximo fim de semana. Gênio da música? A pomba de Gregório? Bach? Mataram o Beethoven?!
Afinal, e eu com isso? e a música que eu escuto hoje? e o artista que estou baixando na internet nesse momento? Como que o cara que matou o Beethoven chegou até aqui?
Pois bem, dessa vez vamos dar dois passos para frente para depois dar um passo atrás. Nosso querido Regis não estará presente no próximo Falatório, e ele iria justamente nos dar uma demonstração dos ingredientes básicos da música que ouvimos hoje: a “revolução” da música do século XX.
Assim ficamos com o desafio: se não vamos discutir a música atual, discutimos então o espaço em que está inserida, os locais onde a estamos ouvindo. Posso deixar de lado o “artista” da frase lá em cima e discutir o “baixando na internet, vendo no youtube, indo ao estádio de futebol pagando $$@% (censurado) para entrar? Na rádio, na tv, naquela festa de casamento, no elevador…” e porque não, “na sala de concerto”.
A ideia é darmos uma pincelada na evolução dos espaços e a tecnologia que suportam esse estado de espírito da música hoje. Teremos a ajuda do nosso amigo Zé Paulo, que trará parte da defesa de sua tese de doutorado, de título “No Ritmo do Capital. Indústria Fonográfica e Subsunção do Trabalho Criativo Antes e Depois do MP3″
Enfim, tentaremos, e com a ajuda de vocês.
Propomos um jogo:
1 – Pensem em bandas, artistas, músicas, trilhas sonoras que responda às seguintes perguntas: Qual você faria o download gratuito de suas músicas? Por quê? E qual você NÃO faria o download gratuito, isto é, pagaria pelo conteúdo (mesmo tendo acesso ao download gratuito)? Por quê?”
2 – Levem suas sugestões num papel, colocaremos numa urna e ao final da apresentação inicial vamos sorteando esses papeis. A pessoa escolhida irá compartilhar sua opinião sobre a música escolhida.
3 – A ideia é que todos participem, assim faremos sorteios até acabar o tempo do Falatório. Quem não for sorteado, terá todo o tempo da festa para compartilhar suas ideias. Afinal, esse é o propósito do Falatório.
Abraços, e até sábado.
Decão / Régis / Zé Paulo”
Mudamos de Casa 5 de dezembro de 2011
Quem conhece os Falatórios e gosta, geralmente nos fala da qualidade do clima, daquele ambiente gostoso de festa em casa. Nós também achamos, mas… saímos de casa. Além das nossas casas estarem ficando pequenas para os encontros que foram crescendo de público, na verdade sempre almejamos sair. Não porque não queremos o clima caseiro, mas porque achamos que deveríamos tornar mais públicos aqueles nossos encontros. Se achamos que eles são interessantes, que mais pessoas possam estar neles. Se achamos que temos propostas pertinentes para o mundo, que elas ultrapassem os nossos muros. E saímos das nossas casas para a Casa do Núcleo.
A Casa do Núcleo é o espaço do Núcleo Contemporâneo, uma gravadora e produtora de música desde 1996, que concebe e produz diferentes projetos na área de música, que se movimentam pelas artes plásticas, dança, teatro e vídeo, dentro do universo da cultura popular, tradicional e erudita. Projetos que trazem uma leitura própria e contemporânea das tradições brasileiras, ao mesmo tempo conectados ao cenário da música e da arte do mundo.
Dirigido pelo pianista e arranjador Benjamim Taubkin, o Núcleo Contemporâneo desenvolve e realiza programação musical, projetos de curadoria, pesquisa musical e concertos. Projetos que nascem de parcerias ou de desejo do próprio Núcleo.
E então, numa parceria, a Casa do Núcleo vai abrigar esta edição do Falatório Musical. E, de casa para Casa, esperamos então manter o clima especial da festa.
* para conhecer: http://www.nucleocontemporaneo.com.br/
Do Som Ao Vivo 5 de dezembro de 2011
Para animar a festa, o cantor, violonista e produtor musical paulista, Dr Morris, e sua banda, os Vivos, apresentam o show do álbum 5, além de canções que estarão no próximo disco. A banda é formada por Lucas Vargas (teclado e sanfona), Yvo Ursini (guitarra), Henrique Alves (baixo) e Gustavo Souza (bateria).
Essencialmente autoral, o trabalho desse grupo é permeado por influências que vão do rock à música erudita , criando uma música pop com forte brasilidade. A espontaneidade do grupo percorre também as apresentações, que são cheias de improviso.
Pra conhecer melhor e escutar um pouco…
Da Cozinha da Casa do Núcleo 4 de dezembro de 2011
A base de toda essa tecnologia é a natureza. E é com o respeito à ela que o café-restaurante da CASA DO NÚCLEO se apóia.
O trabalho com produtos orgânicos tem como premissa a produção em harmonia com a natureza, observando as leis ecológicas e utilizando-as para o bem do ser humano, mediante a produção de alimentos saudáveis e isentos de quaisquer contaminantes nocivos, e fazendo uso da biodiversidade, respeitando a sustentabilidade da produção.
Toda agricultura orgânica prima pelas diretrizes de ser ecologicamente correta, socialmente justa, economicamente viável e culturalmente aceita.
Abraçando essa idéia, indispensável para a sobrevivência de todos seres vivos do planeta, o chef Daniel Carvalho Santos desenvolve pratos leves e sazonais para tecer o cardápio da casa.
Para o encontro do FALATÓRIO, a CASA oferece um mix de bruschetas de tomates fresco com manjericão e cebola caramelizada com um toque de salsa fresca, colhidos na nossa horta de ervas.
Bom apetite!
Do Falatório do Dia 17/12 1 de dezembro de 2011
Dia 17/12 tem outro Falatório! Mas é mais uma reestréia do que uma repetição. Tem uma porção de mudanças:
- Há algum tempo pretendíamos pular os muros de casa e chegou a hora. Faremos esse Falatório em companhia do Núcleo Contemporâneo, que produz e organiza eventos ligados à música e outras artes. Eles nos receberão em sua “Casa do Núcleo” – espaço muito gostoso onde imaginamos que o Falatório se sentirá assaz aconchegado. Vale a pena vasculhar a página deles e frequentar a casa: http://www.nucleocontemporaneo.com.br/nucleo-comtemporaneo/
- O tema do Falatório será “Música: fácil de criar, difícil de apropriar?”. Essa foi uma adaptação do roteiro original feito pelo Decão e Régis. Foi, sim, uma fácil apropriação dos termos usados pelo Zé Paulo na sua tese de doutorado. Eis que o Zé, em companhia do Decão, também conduzirá a discussão.
- O chef será o cuidadoso Daniel Carvalho Santos, que comanda a cozinha da casa.
- A música ao vivo ficará a cargo do Dr. Morris e os Vivos - cacem no You Tube, que gostarão.
- Um jogo. O Decão está preparando um jogo para o dia e vocês estão todos convidados a participar. Logo esclareceremos. Por ora, pensem em um artista/banda do qual você faria download gratuito de músicas e outro do qual você pagaria para fazer downloads. Por que?
- O preço. Esse também será estreante. Na verdade o custo das festas sempre existiu e foi alimentado por mescenas, chapéus etc. Mas agora, faremos o Falatório num espaço que se dedica a este tipo de eventos e conta com um rol de trabalhadores e outros compromissos. Por isso vamos SUGERIR um valor de entrada para todos. Sim, sugerir. Este preço reflete uma estimativa dos custos por pessoa, mas você paga quanto quer (mais ou menos ou mesmo nada). Ninguém pode deixar de frequentar os Falatórios se ele ficar caro. Sugere-se 15 reais, que você transforma em quanto quiser e participa das conversas e brincadeiras; assiste ao show; come bruschettas e festeja conosco.
Nos vemos em breve?
O que ouviremos 9 de setembro de 2011
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Na primeira parte do Falatório Musical, infelizmente, a Trupe não trouxe nenhuma banda pra tocar ao vivo. Isso não se repetirá na segunda edição. Quem nos presenteará em alto e bom som será a Banda Preto Soul. Sim, muito suingue pra gente curtir e dançar na noite de sábado.
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A Banda é oriunda da Zona Sul da cidade de São Paulo. Foi nessa região que o pessoal começou a fazer barulho na cidade de São Paulo. A força do metal ecoou na cidade toda, e os caras já se apresentaram em diversas regiões e locais, tais como Quebrada Cultural (com shows de artistas como Dona Ivone Lara e Leci Brandão), Virada Cultural – 2007, Semana de Arte Moderna da Periferia – 2007, Mostra Cultural da Cooperifa – 2008 e 2010, a Reinauguração do Teatro Solano Trindade em Embu das Artes (Dividindo o Palco com Toni Garrido e Negra Li), Festa do dia das Crianças na sede da Ponte Preta – Bairro do Leme entre outros. Atualmente agita espaços culturais no centro e nas periferias, como o Centro Cultural Vergueiro, Espaço Clariô, além dos Saraus do bar do Binho, da Cooperifa e da Vila Fundão. Casas de shows também fazem parte de suas apresentações e entre elas estão: Estação Music Bar, Livraria da Esquina, Consulado da Cachaça e CCPC (Centro Cultural da Consolação)…
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E agora chegou a hora do Preto Soul se apresentar aqui no Falatório mMsical. Pega só a influência musical dos caras: Estão entre as influências James Brown, Aretha Franklin, Diana Ross & The Supremes, Marvin Gaye, Al Green, Curtis Mayfield,Kool and The Gang, Stevie Wonder, Earth, Wind & Fire, Isaac Hayes, George Clinton, Parliament, Funkadelic, entre outras. Além do Jazz internacional, ao folclore brasileiro também tem forte influência, como Wilson Simonal, Tim Maia, Jorge Ben, Sandra Sá, Dom Salvador e Abolição (embrião da Banda Black Rio), Cartola, Candeia e a Velha Guarda da Portela, Ismael Silva, João Nogueira, Itamar Assumpção, João do Vale, Luís Gonzaga e Clementina de Jesus e outros.
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Vishhh…
Invadindo espaços 28 de julho de 2011
Olá Sras e Srs. Aqui quem escreve é o Decão / Regis.
Ainda estamos apanhando do googlegroups, porém prometo que as próximas mensagens serão via email.
Atualizamos o menu do Falatório Musical, com uma página de conteúdo. Lá adicionaremos qualquer conteúdo que acreditamos ser interessante para acompanhar o Falatório. Nenhuma leitura é obrigatória (a não ser quando explicitamente citada dessa maneira).
Ainda assim, mesmo quem não conseguir ler / ver, não perde (só não ganha estrelinha).
Abraços e até
Retomando Falatórios 26 de julho de 2011
Já fazia tempo. Resolvemos retomar com um tema de interesse geral e diferente do que fizemos até agora.
Os falatórios foram pensados mesmo pra conversar sobre temas diversos que causem intriga e curiosidade. Até agora, vínhamos realizando eventos quase que exclusivamente dedicados a experiências históricas inspiradoras e belas – o que foi muito agradável, importante e bom. Mas os temas estimulantes espalham-se e se apresentam irrestritamente. Assim, embora evidentemente o próximo tema possa ser visto de uma perspectiva histórica inspiradora e assim abordado, não se tratará de uma experiência circunscrita. Falaremos de música.
Primeiro e importante aviso: não é grego para iniciados. Porém não pretende ser banal. Como podem ver na programação, são temas de interesse geral – tanto para completos leigos quanto para músicos. Isso é possível devido ao modo quase total que a música participa das vivências, lembranças, amores, desamores, brincadeiras, divertimento, embates das vidas de absolutamente todos e todas nós. Segundo alerta: será uma Sequência de Falatórios, com os quais se pretende estabelecer um bom panorama das muitas discussões e temas importantes dentro da música.
Mas, pensou-se de uma maneira que a ausência em um evento não prejudique a participação no posterior. Os responsáveis pelo planejamento e guia das discussões são o Decão e o Régis – que alimentarão este blog diretamente, escrevendo sobre os Falatórios, esclarecendo, postando texto ou outros meios de informação de interesse etc. Como fizemos em outras oportunidades (através de cineprojeções ou pré-encontros), desta vez sistematicamente, cada falatório será precedido por encontros cujo fito será o de comentar conceitos e assuntos que facilitarão o avanço do debate no dia do falatório.
Oportunamente publicaremos a palavra dos cozinheiros e músicos. No primeiro Falatório da sequencia, a cozinheira genial Nalu surpreenderá.
Será bom revê-los. Venham.
Trupe.
Dançar no Largo 18 de novembro de 2010
Dizem que é revitalização o que fizeram lá no Largo da Batata. Pra revitalizar, tiraram tudo o que era vivo – não tem mais camelô, não tem mais churrasquinho de gato e nem ninguém. Não dá pra ficar no Largo – é tão inóspito quanto um monte de cimento pode ser e não tem banco pra sentar. Construído pra ninguém ficar.
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Ah, é?
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Então é lá mesmo que a gente vai fazer a festa.
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Batata Quente!
(Tocar, dançar, pintar e fazer piquenique!)
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Domingo, 21 de novembro de 2010
às 15h
no Largo da Batata – Pinheiros.
(leve comes e bebes, toalha xadrez e seus apetrechos de fazer som e imagem)














































































































































