Trupe das Muiezinha

E o que pra beber? 8 de junho de 2010

Filed under: Falatório — Trupe das Muiezinha @ 1:37 pm
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No cardápio, camarão, coco e amendoim. E o que se bebe?

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A Tina e o Carlos falaram de um monte de frutas africanas que deu vontade de ter por aqui pra fazer suco pro Falatório… Mas não tem. Vamos fazer sucos de frutas que temos em comum. Caju e uma especialidade de lá: suco de gengibre.

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Mas pra falar de álcool, além da cerveja (universal…), sugere-se a bebida feita com a tal frutinha amarela que os elefantes africanos adoram: amarula. Já que não vai dar pra fazer suco, vamos de licor.

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Tragam cerveja e Amarula que o suco é por nossa conta.

 

Da Cozinha Contemporânea e Cardápio_ 19 de novembro de 2009

Filed under: Falatório — Trupe das Muiezinha @ 5:32 pm
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(Por Dôra e Ana Araujo)*

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A cozinha como arte, e também como a própria arte e outros segmentos do cotidiano, sofreu mudanças, reunindo vários elementos da culinária tradicional.

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Com a facilidade de comunicação – a evolução científica e o domínio da tecnologia – de solo, clima, conservação de alimentos etc. – os produtos tornaram-se muito mais disponíveis no mercado. Hoje encontramos produtos de diversos lugares do mundo em diversas épocas do ano. Com isso, a culinária se beneficiou de uma gama muito grande de ingredientes, se tornando uma culinária criativa. Tempos modernos!

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A cozinha contemporânea tem origem nas cozinhas mais tradicionais que ganharam o mundo, como a cozinha francesa,  italiana, espanhola, portuguesa, árabe… É criativa, colorida, com mistura de odores e sabores vindos de todos os recantos e é, sobretudo, uma cozinha saudável e de belos pratos. E o cuidado com sua apresentação é, também, sua característica. Contemporaneidade!

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Assim como a arte e demais segmentos do cotidiano, essa comida saudável, criativa, cheia de cores, odores e sabores ainda se apresenta cheia de indefinições e incertezas. Há um espaço enorme para se criar novas combinações. É preciso combinar esses elementos para agradar o paladar sem causar desequilíbrio, desarmonia, indefinição. Tempos indigentes!

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Enfim, pensando nisso tudo, eis nosso cardápio para o Falatório:

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Entrada: sorvete de manjericão acompanhando salada de folhas.

Prato Quente: Parpadelle com ragu de filé, zimbro, cogumelos e outras iguarias.

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Para beber, sugerimos o vinho, que é a bebida dos deuses e a mais contemporânea das bebidas. A enologia, hoje em dia, é uma ciência integrante da gastronomia contemporânea.

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* Ana e Dôra são irmãs. Mineiras de Belo Horizonte, hoje a primeira vive em Brasília e a segunda em São Paulo. Misturança. As duas foram professoras e hoje fazem outras coisas da vida. São descendentes de italianos e curiosas da cozinha. Misturando italianidade, mineiridade, brasilialidade e paulistanidade vão experimentar fazer pratos da cozinha contemporânea pra gente experimentar.

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E para bebericar – tipicidades 15 de setembro de 2009

Filed under: Uncategorized — Trupe das Muiezinha @ 9:38 pm
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chimarrao4 Mas é claro que a gente tem que aproveitar para provar (ou tomar mais uma vez) as bebidas típicas dos países latinos.

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O chimarrão, bebida típica argentina, tem a erva-mate como matéria prima usada para a preparação da infusão. A infusão é feita com as folhas secas, trituradas e beneficiadas, extraídas de um arbusto que cresce nas bacias dos rios Paraná, Uruguai e Paraguai, em uma região que abrange a zona limítrofe da Argentina, do Brasil e do Paraguai. Há erva-mate de vários tipos, com diferentes processos  de beneficiamento e trituração.

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No Chile e no Peru, tem o Pisco, bebida feita de uva, mas que não é vinho. Na fabricação do Pisco, as uvas passam pelo processo de fermentação, ou seja, o açúcar é transformado em álcool etílico. Em seguida, essa aguardente é destilada e entra em fase de repouso, acondicionada em barricas de carvalho americano. O período pode variar de 2  meses, para a obtenção do produto tradicional, até 6 meses, como é o caso dos piscos de fabricação artesanal. A graduação alcoólica do pisco, pela lei chilena, não pode ultrapassar 50º. Ao término da destilação, esse teor pode chegar a 70º. Por isso, acrescenta-se água desmineralizada ao líquido obtido, de forma que a graduação se estabilize entre 30º e 45º. O Pisco, como nossa aguardente, é utilizado para preparar drinks, como a nossa caipirinha.

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Teremos cuias e erva para o chimarrão, limão para a pisqueirinha.

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Alguém se habilita a trazer uma garrafa de Pisco?

 

Para acompanhar o jantar 15 de setembro de 2009

Filed under: Uncategorized — Trupe das Muiezinha @ 7:21 pm
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Para acompanhar o assado e a polenta, vinho tinto ou cerveja.

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Combinam mais com carne vermelha os cabernet sauvignon e as cervejas mais fortes.

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Vinho, seria legal um latino-americano: chileno, argentino ou uruguaio. Como sugestão ficam o chileno Santa Rita 120, o argentino Finca Flichman e os uruguaios San Juan, Santa Rosa, Carrau ou Ariano, todos cabernet.

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Cervejas, temos a Patrícia, uruguaia, e a Brasileira Eisenbahn, Pale Ale ou Kölsch.

 

Cerveja Fooooooorte! 23 de junho de 2009

Filed under: Uncategorized — Trupe das Muiezinha @ 10:46 pm
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cerveja

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O Yoel, nosso cozinheiro desse mês, nasceu, viveu, comeu e bebeu em Cuba. No Falatório, vai fazer pra gente o Arroz Congrí, um prato típico da ilha.

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E o que beber, Yoel?

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Ele diz que tíííííííípico mesmo é rum… Então é claro que vai ter que ter rum… Alguém traz uma garrafa? Bem, mas a bebida que todo mundo lá bebe mesmo, no dia a dia, e principalmente com Arroz Congrí, é cerveja. E forte. Infelizmente, não temos acesso à cerveja que se bebe lá (se alguém tiver avisa!), então, vamos do que se encontra por aqui.

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O certo é que é cerveja forte, seja ela qual for.

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O Chef indica a bebida 16 de abril de 2009

Filed under: Uncategorized — Trupe das Muiezinha @ 11:57 pm
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O Hebe, nosso chef, pesquisou e escolheu um cardápio todo comunardo para fazer pra gente no sábado. Cuidaremos dos ingredientes, ele cuidará do preparo. O rango tá garantido. As bebidas são por conta de cada um que vier.

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wine

Mas eis aqui a sugestão. E é um tanto óbvia. Pra acompanhar o “Coq au Vin com Purê Gratinado de Batatas”, vinho tinto. Bem, sugere-se que seja francês. E então pesquisamos onde comprar bons vinhos com preço razoável. Na Casa Santa Luzia (http://www.santaluzia.com.br/home_ofertas.asp?id_area=5) pode-se encontrar bons vinhos a R$20,00. Na impossibilidade de desembolsar esse valor, pra manter a qualidade do vinho, sugerimos mudar a nacionalidade: um outro chileno ou argentino, por exemplo. (Chile: Concha & Toro, Santa Helena; Argentina: Finca Flichmann, Trivento). Mas o legal mesmo era que fosse francês, né? E na Casa Santa Luzia tem um Sommelier que pode ajudar na escolha, no caso de alguém conhecer um pouco mais de vinho e não gostar dos Bordeaux, como indicado.

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Estudem os aromas, os sabores, as tonalidades e o bolso. O fato é que é vinho, e é tinto. Mas evitemos sangue de boi…

 

 
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