Trupe das Muiezinha

E o que pra beber? 8 de junho de 2010

Filed under: Falatório — Trupe das Muiezinha @ 1:37 pm
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No cardápio, camarão, coco e amendoim. E o que se bebe?

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A Tina e o Carlos falaram de um monte de frutas africanas que deu vontade de ter por aqui pra fazer suco pro Falatório… Mas não tem. Vamos fazer sucos de frutas que temos em comum. Caju e uma especialidade de lá: suco de gengibre.

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Mas pra falar de álcool, além da cerveja (universal…), sugere-se a bebida feita com a tal frutinha amarela que os elefantes africanos adoram: amarula. Já que não vai dar pra fazer suco, vamos de licor.

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Tragam cerveja e Amarula que o suco é por nossa conta.

 

Comilança das Boas 7 de junho de 2010

Filed under: Falatório — Trupe das Muiezinha @ 10:18 pm
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A cozinha tem se revelado um dos aspectos mais interessantes das nossas festas. Comemos coisas deliciosas e diferentes nos Falatórios que passaram. E não vai ser diferente dessa vez.

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Cristina Manhiça, a Tina, é de Moçambique, um país já conhecido por suas maravilhas culinárias. É… ela não é sul-africana. Mas é boa de cozinha e conhece a culinária do restante do continente.

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E então vai fazer pra gente provar alguns quitutes sul-africanos, também comidos em Moçambique, como a Chima (um prato a base de farinha de milho), a Matapa, (um bembolado de amendoim, camarão, coco e folha de couve ou mandioca) e a galinha ao molho caril de amendoim. Para a entrada, chamussas – pasteizinhos de carne moída e farinha de trigo. Huummmm…

 

Leituras Rápidas 1 – Pra ler Navegando 10 de maio de 2010

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Diz Manoel, o guia:

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Antes de estudar Mandela (a personalidade) propriamente dito, seria ideal entender um pouco da história da África. Seguem alguns links da wikipedia nesse sentido, em ordem de leitura. A idéia é só ter uma idéia geral mesmo, sem precisar gastar muito tempo. Leitura rápida.

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O problema é que para entender o fim do Apartheid e o papel do Mandela na África do Sul tem que ter pelo menos um pouco de noção da História da África do Sul. Eu confesso que não lembrava mais nada do que estudei na escola, e tive que (re)aprender tudo.

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Acho mais fácil começar pela cronologia histórica. Então, a cronologia que eu pensei é mais ou menos a seguinte:

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Como se sabe (sabemos mesmo?) os Afrikaners é quem lideraram o Apartheid. E para entender quem são os Afrikaners, tem que voltar lá para a Guerra dos Boers (no século XIX). Depois de entender sobre os Afrikaners, fica mais fácil entender o começo do Apartheid, mas é sempre bom ver os antecedentes antes do começo oficial dessa política de Estado, que foi 1948/9.

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Tendo entendido esse panorama geral das razões históricas para o Apartheid (e não “somente”  preconceito, discriminação e segregação racial) e lido um pouco sobre o próprio Apartheid, podemos chegar no Mandela. Mas recomendo que ao ler sobre o assunto, se pergunte: o que diferencia o Apartheid da segregação racial? (por exemplo que havia no sul dos EUA até 1964).

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Bom, chegamos ao Mandela, sua história, o que ele representa e como chegou ao poder na África do Sul, que política implementou etc. Minha sugestão, ao ler sobre o Mandela, é que você se pergunte, entre outras coisas: por que não Vingança, mas Reconciliação? Por que trabalhar junto com os Brancos, que haviam feito o que fizeram com os Negros? Como é que se constrói uma nova ordem a partir de acordos feitos num estado de exceção? Em suma, porque não uma guerra civil, como em tantos outros países do continente Africano?

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Pra seguir a cronologia proposta, vá lendo os links abaixo na seguinte ordem:

1. http://pt.wikipedia.org/wiki/Segunda_Guerra_dos_B%C3%B4eres
2. http://en.wikipedia.org/wiki/Afrikaner
3. http://en.wikipedia.org/wiki/Pass_Law
4. http://en.wikipedia.org/wiki/South_African_general_election,_1948
5. http://en.wikipedia.org/wiki/Apartheid

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Após ler esses links, quem estiver interessado pode dar uma olhada no capítulo 1 da tese: http://upetd.up.ac.za/thesis/available/etd-10042005-105712/unrestricted/00dissertation.pdf, especialmente o começo do capítulo 1. Se você estiver mais interessado ainda, dê uma olhada no capítulo 4 e 5, especialmente o 5. E se apaixonou-se pelo tema, arrisque ler a tese inteira (eu não li, só os capítulos recomendados e mais uma “sapeada” no resto).

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Depois passamos mais leituras.

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Ps.: Os textos da wikipedia em Inglês são bem extensos e não precisam ser lidos em detalhes. Só uma olhada geral para ter um senso de quem são os Boers, a diferença entre eles e os Ingleses, depois entender sobre os Afrikaners e tal.

 

Invictus 9 de maio de 2010

Filed under: Uncategorized — Trupe das Muiezinha @ 3:44 pm
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Eis abaixo “Invictus”, do inglês William Ernest Henley, poema que inspirou Nelson Mandela.


Out of the night that covers me,..……………………… De dentro da noite a me conter
Black as the Pit from pole to pole,..…………………….Negra como uma cova infindável,
I thank whatever gods may be..…………………………Agradeço ao que os Deuses podem ser
For my unconquerable soul..……………………………. Pra’minh’alma inquebrantável

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In the fell clutch of circumstance.………………………. Na garra cruel da circunstância
I have not winced nor cried aloud..……………………. Não recuei nem tampouco gritei.
Under the bludgeonings of chance .…………………….Sob os golpes da fortuna
My head is bloody, but unbowed.……………………… Minha cabeça está sangrenta, mas ereta.

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Beyond this place of wrath and tears…………………..Além deste lugar de ira e lágrimas
Looms but the Horror of the shade,…………………….Tecem apenas o Horror da sombra,
And yet the menace of the years ………………………..E contudo a ameaça dos anos
Finds, and shall find, me unafraid. ……………………..Encontra, e deve encontrar-me, sem medo.

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It matters not how strait the gate, ……………………….Não importa quão estreito o portão,
How charged with punishments the scroll, …………….Quão sobrecarregado de castigos o rol,
I am the master of my fate: ……………………………….Eu sou o mestre de meu destino:
I am the captain of my soul. …………………………….. Eu sou o capitão da minha alma.

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Tradução: Manoel Galdino

 

Da Bibliografia para o Falatório de Junho/10 9 de maio de 2010

Filed under: Uncategorized — Trupe das Muiezinha @ 3:43 pm
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Parece que temos bastante coisa pra ler. Vamos começar deixando aqui a bibliografia mais “oficial”, porque depois virão wikis e links e entrevistas e filmes.

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Manoel sugere a autobiografia de Mandela: “Long Walk To Freedom”, escrita no início dos anos 90. (Você pode ler aqui)

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E (ainda mais que teremos contos no dia da festa!) pode ser interessante ler também um livro organizado por Mandela, publicado em 2009, chamado “Meus Contos Africanos”. (Consulte preços e livrarias aqui)

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E é isso por ora. Mais em breve.

 

Aberta a Temporada Pré-Falatório de Junho 8 de maio de 2010

Filed under: Uncategorized — Trupe das Muiezinha @ 7:52 pm
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Junho, mês de Copa do Mundo na África do Sul. Aproveitamos para comemorar estudando, falando e discutindo sobre Nelson Mandela e a sua Revolução Pacífica.

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O Falatório acontecerá no dia 12 de Junho, meiozinho da Copa e já tem um time bem interessante pra colaborar com a festa. O Guia é o Manoel Galdino (Maceió). Temos a colaboração do Carlos Subuhana com contos africanos e nas picapes. Na cozinha, Cristina Nemias Manhiça. E a Cia Sansacroma vem fazer uma surpresa multilinguagens…

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Aberta, então, a temporada Pré-Falatório. Em breve, indicação de bibliografia, leituras rápidas, apresentação do cozinheiro, dos músicos, do DJ, indicação de bebida e outras coisas.

 

Registros do Falatório de Junho – Revolução Cubana (I) 9 de julho de 2009

Filed under: Uncategorized — Trupe das Muiezinha @ 3:40 am
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Cozinha - Yoel, o Chef

Cozinha - Yoel, o Chef

O truque do garfo pras mandiocas ficarem maciiiiias...

Cozinha - O truque do garfo pras mandiocas ficarem maciiiiias...

Frijoles!

Cozinha - Frijoles!

Jade troca de posto - preparando Mojito!

Cozinha - Jade troca de posto: preparando Mojito!

Mojito!

Cozinha - Mojito!

Cozinha

Cozinha

Cozinha

Cozinha - Raul dá uma mão com os frijoles

Cozinha

Cozinha

 

Registros do Falatório de Junho – Revolução Cubana (II) 9 de julho de 2009

Filed under: Uncategorized — Trupe das Muiezinha @ 3:19 am
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Falação

Falação

Falação

Falação

Falação

Falação

Falação

Falação

Falação

Falação

Falação

Falação

Falação

Falação

Falação

Pré - Falação (Mari, guia, no fundo)

Falação

Pré - Falação

Falação

Pré - Falação

Falação

Pré - Falação

Falação

Pré - Falação

Falação

Pré - Falação

Livros

Livros

 

Registros do Falatório de Junho – Revolução Cubana (III) 9 de julho de 2009

Filed under: Uncategorized — Trupe das Muiezinha @ 2:35 am
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Falação

Falação

Falação

Falação

Falação

Falação

Falação

Falação

Falação

Falação

Falação

Falação

Falação

Falação

Falação

Falação

Falação - (Escutando Fidel)

Falação - (Escutando Fidel)

Falação - (ouvindo Fidel)

Falação - (Escutando Fidel)

Falação

Falação

Falação

Falação

 

Cerveja Fooooooorte! 23 de junho de 2009

Filed under: Uncategorized — Trupe das Muiezinha @ 10:46 pm
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cerveja

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O Yoel, nosso cozinheiro desse mês, nasceu, viveu, comeu e bebeu em Cuba. No Falatório, vai fazer pra gente o Arroz Congrí, um prato típico da ilha.

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E o que beber, Yoel?

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Ele diz que tíííííííípico mesmo é rum… Então é claro que vai ter que ter rum… Alguém traz uma garrafa? Bem, mas a bebida que todo mundo lá bebe mesmo, no dia a dia, e principalmente com Arroz Congrí, é cerveja. E forte. Infelizmente, não temos acesso à cerveja que se bebe lá (se alguém tiver avisa!), então, vamos do que se encontra por aqui.

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O certo é que é cerveja forte, seja ela qual for.

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Vamos ter Charutos? De onde eles vêm? 22 de junho de 2009

Filed under: Uncategorized — Trupe das Muiezinha @ 11:14 pm
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Charutos A origem do tabaco é, provavelmente, da península de Yucatán, no México. Passou a ser utilizada pelos Maias e, depois da queda de sua civilização, se espalhou pela América do Sul e do Norte.

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Durante muito tempo, a introdução do tabaco em várias regiões foi polêmica: os primeiros fumantes, que voltaram da expedição de Colombo às Américas, foram considerados possuídos pelo demônio e acusados de heresia. No final do século 16, folhas de tabaco eram queimadas na Espanha por contrariarem os mandamentos da igreja e, na Pérsia, pessoas eram condenadas à morte.

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Um estudo feito em 1626 pelo cientista alemão Johan Neander sobre os efeitos terapêuticos do tabaco ajudou a modificar as considerações sobre o fumo (Nicotiana tabacum). Na França e Inglaterra, o hábito de fumar só se tornou popular após a guerra contra Napoleão (1806-1812). A produção de charutos começa, então, na Inglaterra, em 1820.

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No início do século 17, o tabaco era fumado apenas em cachimbos nas colônias americanas. O charuto propriamente dito só apareceu em 1762, quando o general Israel Putnam retornou de Cuba com uma seleção de charutos e muito tabaco. No século 18, os norte-americanos não só compravam charutos de Cuba, como os produziam em seu próprio país, pois charuto tinha se tornado um símbolo de status nos EUA e a marca começava a se tornar importante.

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O solo e clima favoráveis de Cuba e a constatação de sua importância na qualidade dos charutos lá fabricados atuaram como determinante para que, no final do século 19, mais de uma centena de fábricas estivessem instaladas em Cuba, em outros países caribenhos e ao sul da Flórida. Também ajudou esse aumento de produção cubana no início do século um decreto do rei Ferdinando VII da Espanha, em 1821, que encorajava a produção de charutos cubanos (Cuba era, então, colônia espanhola).

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Em 1959, a revolução comunista de Fidel Castro contra o general Batista mudou o panorama do comércio e da produção de tabaco em Cuba: Fidel estatiza as companhias de tabaco (cria a estatal Cubatabaco, atualmente Habanos S.A.) e, em 1962, os Estados Unidos determinam embargo comercial total contra a ilha.

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Muitos mestres charuteiros começaram então sua produção fora de Cuba, geralmente utilizando as mesmas marcas que antes empregavam no país.

 

Sobre o som… 21 de junho de 2009

Filed under: Uncategorized — Trupe das Muiezinha @ 9:22 pm
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PlaylistPhotoJade, a moça por trás das picapes do Winamp no dia 27, morou e estudou em Cuba e, de volta à terrinha, trouxe nas malas, no MP3 player e na cabeça novidades e clássicos da música cubana.

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Vai compartilhar tudo com a gente no Falatório, e, pra que os curiosos musicais já possam se inteirar, baixar e ir escutando, anuncia alguns sons que vão compor sua playlist. Atenção: Compay Segundo, Elíades Uchoa, Ibraim Ferrer, Omara Portuondo, Rubén González, Daniel Castillo, Mirian Ramos, Los Van Van, Tradicionales Cubanos, Ivete Maria.  

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Anota aí e já pode sair procurando.

 

Nova dica de Bibliografia 21 de junho de 2009

Filed under: Uncategorized — Trupe das Muiezinha @ 8:22 pm
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Arte_Revolucoes_Fidel02.inddMais coisas pra gente ler.

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O livro “Fidel Castro – As Declarações de Havana”, da Editora Zahar, apresentado pelo filósofo e sociólogo paquistanês Tariq Ali, traz três textos de Fidel em três períodos marcantes da Revolução Cubana.

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O primeiro é ”A História Me Absolverá”, de 1953, texto que Fidel produziu para sua auto-defesa e proclamou diante do tribunal que o julgava, depois de 2 anos preso por liderar o ataque de rebeldes aos quartéis Moncada e Bayamo, na província de Oriente. Um libelo contra a ditadura de Batista e a ilegalidade do Judiciário em Cuba. 

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O segundo,” Primeira Declaração de Havana”, de 1959, é a base do discurso que anunciou a proclamação da independência de Cuba em relação aos Estados Unidos.

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O terceiro,” Segunda Declaração de Havana”, de 1961, é o Manifesto que conclama a libertação do continente latino-americano.

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O livro conta ainda com uma breve cronologia da História de Cuba e da Revolução Cubana e com a contextualização constante de Tariq Ali, ao longo da leitura dos discursos de Fidel.

 

Un poco sobre el “Arroz Congrí” (o solamente “Congrí”) 21 de junho de 2009

Filed under: Uncategorized — Trupe das Muiezinha @ 2:55 am
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rice-&-beans-2(Por Yoel Rodriguez)*

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De la cocina caribeña, gran olla cocida al sol durante ya casi cinco siglos, los cubanos compartimos esta forma tradicional de cocinar arroz con frijoles a partir de una otra leguminosa con diferentes pueblos hermanos, y la encontraremos no sólo en Haití, sino también en Puerto Rico, en Santo Domingo, en las Bahamas y otras islas del Caribe, con ligeras diferencias en cuanto a condimentos como resultado lógico de la transculturación.

Don Fernando Ortiz describe el guiso como de posible pero no probado origen africano; su ensayo sobre la cocina afrocubana fue publicado por primera vez en la Revista Bimestre Cubana en 1923, y hasta hoy día el vocablo congrí, aunque aparece en la enciclopedia, todavía no lo encontramos en el diccionario.

La forma de prepararlo y el nombre que le damos en Cuba pueden variar de una región a otra del país. Sobre esto, don Fernando Ortiz – a quien siempre tendremos que citar en presente – nos dice:

Congrí es vocablo venido de Haití; donde a los frijoles colorados se les dice congó; y al arroz riz, como en francés. Congrí; es voz de creole haitiano que significa «congos con arroz». Congrí no equivale a «moros y cristianos», como en Cuba decimos al arroz con frijoles negros, que también parece ser plato de cocinero africano.

Al congrí suelen echarle trocitos de carne de puerco y chicharrones y hoy se hace en Oriente también con frijoles caballeros, con preciosos y hasta con garbanzos. El folklorista oriental Ramón Martínez nos dice que «hace mucho tiempo, un negro de nación quiso condimentar una comida muy de carrera y sin condimentos; echó a hervir el arroz y los frijoles juntos y casi se cocinaron al mismo tiempo porque los frijoles eran frescos. Más tarde se cocinaron con más cuidado, se pusieron a cocinar los frijoles hasta que estuvieron blanditos, luego se aliñaron y se les echó el arroz; y cuando éste hubo reventado se sacó un poco de agua y se le dejó secar a fuego lento y quedó hecho lo que hoy es nuestro plato favorito, cuyo nombre no figura aún en los diccionarios; pero sí, en las listas de comida. En la década de 1868-1878 algunos chuscos, en vez de decir un plato de congrí, decían un plato de ‘voluntarios y bomberos’, aludiendo a que los voluntarios eran blancos y los bomberos todos eran negros y usaban cuellos y bocamangas rojos.

A esta interesante aclaración sobre el origen de nuestra costumbre de guisar juntos el arroz y los frijoles, podemos añadir que aún hay personas que no remojan los frijoles negros porque cuando son tiernos «y del país», esto no es necesario; así como quien le echa agua a «ojo de buen cubero» y luego saca caldo o añade agua, según el arroz o la cantidad de líquido disponible para ablandarlo, cosa no del todo errónea, puesto que al cambiar la calidad del arroz suele variar la proporción de agua o caldo requerido para cocinarlo desgranado, y no debemos olvidar que el congrí, tanto como los moros y cristianos o moros, debe resultar desgranado y nunca asopado.

Fernando Ortiz y Ramón Martínez no describen la costumbre de sofreír primero el arroz crudo en un poco de la grasa antes de mezclarlo con los frijoles y el caldo. Esto, que parece ser práctica común en muchas regiones de Cuba, principalmente las orientales, porque disminuye las posibilidades de que un arroz muy rico en almidón aglutine la mezcla, es aplicable a ambas recetas.

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Fonte:
Villapol, Nitza. Cocina al minuto. Editorial Orbe, La Habana, 1981. pp. 230-233.

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* Yoel Rodriguez tem 31 anos. Nasceu em Yaguajay – Sancti Spiritus, Cuba. Estudou Ciências Biológicas, Desenho e Administração de Sistemas Informáticos. Veio para o Brasil para fazer doutorado na USP no ano de 2005, voltou para Cuba em 2006 e veio de volta para o Brasil em março de 2007.

 

Fala, Che! 21 de junho de 2009

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O Imperialismo – Che Guevara fala sobre o inimigo primeiro da Revolução Cubana.

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Aberta a Temporada Pré-Falatório de Junho 25 de maio de 2009

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Cinqüentenário da Revolução Cubana e em Junho esse é o tema do nosso estudo e discussão.

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Aberta, enfim, a temporada Pré-Falatório. Em breve, leituras rápidas, bibliografia completa indicada, apresentação do chef, dos músicos, do DJ,  indicação de bebida.

 

 
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