Trupe das Muiezinha

Registros do Falatório de Junho/10 15 de junho de 2010

Filed under: Falatório — Trupe das Muiezinha @ 2:35 pm
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Comilança das Boas 7 de junho de 2010

Filed under: Falatório — Trupe das Muiezinha @ 10:18 pm
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A cozinha tem se revelado um dos aspectos mais interessantes das nossas festas. Comemos coisas deliciosas e diferentes nos Falatórios que passaram. E não vai ser diferente dessa vez.

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Cristina Manhiça, a Tina, é de Moçambique, um país já conhecido por suas maravilhas culinárias. É… ela não é sul-africana. Mas é boa de cozinha e conhece a culinária do restante do continente.

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E então vai fazer pra gente provar alguns quitutes sul-africanos, também comidos em Moçambique, como a Chima (um prato a base de farinha de milho), a Matapa, (um bembolado de amendoim, camarão, coco e folha de couve ou mandioca) e a galinha ao molho caril de amendoim. Para a entrada, chamussas – pasteizinhos de carne moída e farinha de trigo. Huummmm…

 

Apresentando o time por trás do Falatório: Carlos Subuhana 6 de junho de 2010

Filed under: Falatório,Uncategorized — Trupe das Muiezinha @ 7:59 pm
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E quem discoteca?

Afrosons por um moçambicano no Falatório de Junho


No Falatório de Junho teremos a participação muito especial de dois africanos, companheiros de continente de Nelson Mandela. Um deles é o Carlos, que vai escolher a trilha sonora do encontro. Nascido em Moçambique, está no Brasil desde 1994 e é pós-doutorando e pesquisador associado do Centro de Memória Unicamp, com passagens na UFRJ, USP e Casa das Áfricas. No seu entender, não existe nada melhor neste mundo do que ser um mediador cultural, algo que faz com muito gosto. Para matar a saudade do seu país de origem prefere escutar música africana, em especial a música congolesa, moçambicana e sul-africana que tanto aprecia. E que vai trazer pra gente conhecer no próximo sábado.

 

Links – Mandela 21 de maio de 2010

Filed under: Falatório — Manoel Galdino @ 4:10 am
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Alguns links para quem quiser se aprofundar no tema e se preparar melhor para o Falatório de Junho.

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1. Texto do Prêmio Nobel (não é um texto do Mandela, mas sobre ele).

2. The Freedom Charter, documento adotado pelo partido do Mandela, o Congresso Nacional, em 1955.

3. Textos e Discursos do Mandela (para quem quiser explorar)

4. Após explorar o link acima, dê uma olhada no discurso do Mandela após a Morte de Chris Hani.

 

Apresentando o time por trás do Falatório: Cia Sansacroma 20 de maio de 2010

Filed under: Uncategorized — Trupe das Muiezinha @ 2:17 am
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A Cia Sansacroma é um grupo da cidade de São Paulo criado em 2002 pela atriz, dançarina e coreógrafa Gal Martins. Desenvolve trabalhos baseados na interdisciplinaridade artística, através de técnicas e vivências em teatro contemporâneo e dança contemporânea. Tem como foco fomentar temas que são pertinentes na sociedade atual, mediadas principalmente por questões que afetam a todos diretamente, seja na rua, nos conceitos, nas relações pessoais, na mídia e na própria arte.

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Atua diretamente na região do extremo sul da cidade de São Paulo, propondo uma descentralização e difusão da produção da dança contemporânea na cidade, onde sua sede, o Ninho Sansacroma, oferece para a região uma programação de espetáculos de diversas companhias buscando esse elo entre a produção central e a local.

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Com apoio de parceiros, a Cia tem a oportunidade de mostrar seus trabalhos em diversos locais para inúmeras pessoas “vivenciarem” a experiência com a arte contemporânea através de uma leitura sensível e assim construírem novas diretrizes sobre conceitos e preconceitos embutidos na sociedade.

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Filme Invictus 19 de maio de 2010

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Há tempos eu admirava o Mandela, mas conhecia bem pouco sobre a história dele. Recentemente vi o filme Invictus, do Clint Eastwood, e até escrevi no meu blog (antes de ver o filme) sobre o assunto. Reposto aqui o texto que o Mandela dá para o Pienar (no filme o texto que ele dá é o poema que postamos antes). O texto é do presidente dos EUA, Theodore Roosevelt, e foi proferido por ele numa palestra na França. O título é Man in the Arena. Eis um pedaço do texto (completo, aqui), em inglês e com tradução minha:

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It is not the critic who counts; not the man who points out how the strong man stumbles, or where the doer of deeds could have done them better. The credit belongs to the man who is actually in the arena, whose face is marred by dust and sweat and blood; who strives valiantly; who errs, who comes short again and again, because there is no effort without error and shortcoming; but who does actually strive to do the deeds; who knows great enthusiasms, the great devotions; who spends himself in a worthy cause; who at the best knows in the end the triumph of high achievement, and who at the worst, if he fails, at least fails while daring greatly, so that his place shall never be with those cold and timid souls who neither know victory nor defeat.

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Minha tradução:

Não é o crítico que conta; nem aquele que aponta como o forte tropeça, ou onde os atos de um homem prático poderiam ter sido melhores. O crédito pertence ao homem que está em ato na arena, cuja face é marcada por poeira e suor e sangue; que luta valorosamente, que erra, que vacila uma vez e de novo, porque não há esforço sem erro e fraqueza; contudo aquele que realmente se esforça para atuar, que conhece grande entusiamos, as grandes devoções, que se entrega a uma causa valorosa, que no melhor momento conhece no final o triunfo da elevada realização, e que no pior, se ele falha, pelo menos falha enquanto ousa grandemente, de tal forma que seu lugar não deve ser jamais com essas almas frias e tímidas que não conhecem a vitória nem a derrota.

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É uma tradução difícil, embora mais fácil que o poema. Algumas dificuldades que tive:  “doer”, pelo que entendi, é simplesmente aquele que faz, o fazedor (do-er, como ‘maker’). Há um texto, se não me engano do Borges, cujo título é El Hacedor. Difícil traduzir pro português, já que ‘o fazedor’ não é muito adequado.

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Deeds seria ‘feito’, ‘ato’ ou ‘ação’, de forma que “doer of deeds” seria “o fazedor de feitos” ou “fazedor de atos”. Mas fica ruim assim. Escolhi “os atos de um homem prático”, que também é ruim. Pensei em atos de um ator, de forma que ator seria aquele que faz atos. Talvez não fosse longe da origem do termo ator, mas ia passar um sentido muito diverso com o significado atual de ator em português.

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Outra parte que gostei no original, mas de difícil tradução, é quando ele diz: who comes short again and again, because there is no effort without error and shortcoming. A origem de “shortcoming”, ao que parece, é justamente short + coming, que é justamente o que ele diz antes de usar shortcoming: “who comes short again and again”. Ou seja, ele faz um jogo de palavras muito difícil de traduzir. Eu optei por “vacila” (comes short) e fraqueza (shortcoming), mas obviamente é uma tradução limitada.

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Esse excerto é obviamente um elogio ao homem prático, ou homem de ação, que assume os riscos de não ficar parado, contemplando ou apenas criticando sem colocar a mão na massa. O homem na arena (título) é também uma referência explícita às arenas romanas. No discurso completo, Roosevelt fala da importância do cidadão comum e dos líderes para o sucesso de uma democracia. Falando para uma audiência que era elite na França, alerta para os deveres (duties) dessa elite. No parágrafo que precede ao excerto postado, diz: “beware of that queer and cheap temptation to pose to himself and to others as a cynic, as the man who has outgrown emotions and beliefs, the man to whom good and evil are as one. The poorest way to face life is to face it with a sneer”. E ainda “…There are many men who feel a kind of twister pride in cynicism; there are many who confine themselves to criticism of the way others do what they themselves dare not even attempt”.

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Discurso ‘surpreendentemente’ atual em face dos comentários feitos pelos “especialistas” em política externa sobre a tentativa recente do Lula de negociar um acordo no Irã. Mas isso é outra história…

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(Manoel)

 

Leituras Rápidas 1 – Pra ler Navegando 10 de maio de 2010

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Diz Manoel, o guia:

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Antes de estudar Mandela (a personalidade) propriamente dito, seria ideal entender um pouco da história da África. Seguem alguns links da wikipedia nesse sentido, em ordem de leitura. A idéia é só ter uma idéia geral mesmo, sem precisar gastar muito tempo. Leitura rápida.

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O problema é que para entender o fim do Apartheid e o papel do Mandela na África do Sul tem que ter pelo menos um pouco de noção da História da África do Sul. Eu confesso que não lembrava mais nada do que estudei na escola, e tive que (re)aprender tudo.

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Acho mais fácil começar pela cronologia histórica. Então, a cronologia que eu pensei é mais ou menos a seguinte:

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Como se sabe (sabemos mesmo?) os Afrikaners é quem lideraram o Apartheid. E para entender quem são os Afrikaners, tem que voltar lá para a Guerra dos Boers (no século XIX). Depois de entender sobre os Afrikaners, fica mais fácil entender o começo do Apartheid, mas é sempre bom ver os antecedentes antes do começo oficial dessa política de Estado, que foi 1948/9.

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Tendo entendido esse panorama geral das razões históricas para o Apartheid (e não “somente”  preconceito, discriminação e segregação racial) e lido um pouco sobre o próprio Apartheid, podemos chegar no Mandela. Mas recomendo que ao ler sobre o assunto, se pergunte: o que diferencia o Apartheid da segregação racial? (por exemplo que havia no sul dos EUA até 1964).

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Bom, chegamos ao Mandela, sua história, o que ele representa e como chegou ao poder na África do Sul, que política implementou etc. Minha sugestão, ao ler sobre o Mandela, é que você se pergunte, entre outras coisas: por que não Vingança, mas Reconciliação? Por que trabalhar junto com os Brancos, que haviam feito o que fizeram com os Negros? Como é que se constrói uma nova ordem a partir de acordos feitos num estado de exceção? Em suma, porque não uma guerra civil, como em tantos outros países do continente Africano?

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Pra seguir a cronologia proposta, vá lendo os links abaixo na seguinte ordem:

1. http://pt.wikipedia.org/wiki/Segunda_Guerra_dos_B%C3%B4eres
2. http://en.wikipedia.org/wiki/Afrikaner
3. http://en.wikipedia.org/wiki/Pass_Law
4. http://en.wikipedia.org/wiki/South_African_general_election,_1948
5. http://en.wikipedia.org/wiki/Apartheid

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Após ler esses links, quem estiver interessado pode dar uma olhada no capítulo 1 da tese: http://upetd.up.ac.za/thesis/available/etd-10042005-105712/unrestricted/00dissertation.pdf, especialmente o começo do capítulo 1. Se você estiver mais interessado ainda, dê uma olhada no capítulo 4 e 5, especialmente o 5. E se apaixonou-se pelo tema, arrisque ler a tese inteira (eu não li, só os capítulos recomendados e mais uma “sapeada” no resto).

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Depois passamos mais leituras.

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Ps.: Os textos da wikipedia em Inglês são bem extensos e não precisam ser lidos em detalhes. Só uma olhada geral para ter um senso de quem são os Boers, a diferença entre eles e os Ingleses, depois entender sobre os Afrikaners e tal.

 

Invictus 9 de maio de 2010

Filed under: Uncategorized — Trupe das Muiezinha @ 3:44 pm
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Eis abaixo “Invictus”, do inglês William Ernest Henley, poema que inspirou Nelson Mandela.


Out of the night that covers me,..……………………… De dentro da noite a me conter
Black as the Pit from pole to pole,..…………………….Negra como uma cova infindável,
I thank whatever gods may be..…………………………Agradeço ao que os Deuses podem ser
For my unconquerable soul..……………………………. Pra’minh’alma inquebrantável

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In the fell clutch of circumstance.………………………. Na garra cruel da circunstância
I have not winced nor cried aloud..……………………. Não recuei nem tampouco gritei.
Under the bludgeonings of chance .…………………….Sob os golpes da fortuna
My head is bloody, but unbowed.……………………… Minha cabeça está sangrenta, mas ereta.

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Beyond this place of wrath and tears…………………..Além deste lugar de ira e lágrimas
Looms but the Horror of the shade,…………………….Tecem apenas o Horror da sombra,
And yet the menace of the years ………………………..E contudo a ameaça dos anos
Finds, and shall find, me unafraid. ……………………..Encontra, e deve encontrar-me, sem medo.

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It matters not how strait the gate, ……………………….Não importa quão estreito o portão,
How charged with punishments the scroll, …………….Quão sobrecarregado de castigos o rol,
I am the master of my fate: ……………………………….Eu sou o mestre de meu destino:
I am the captain of my soul. …………………………….. Eu sou o capitão da minha alma.

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Tradução: Manoel Galdino

 

Da Bibliografia para o Falatório de Junho/10 9 de maio de 2010

Filed under: Uncategorized — Trupe das Muiezinha @ 3:43 pm
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Parece que temos bastante coisa pra ler. Vamos começar deixando aqui a bibliografia mais “oficial”, porque depois virão wikis e links e entrevistas e filmes.

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Manoel sugere a autobiografia de Mandela: “Long Walk To Freedom”, escrita no início dos anos 90. (Você pode ler aqui)

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E (ainda mais que teremos contos no dia da festa!) pode ser interessante ler também um livro organizado por Mandela, publicado em 2009, chamado “Meus Contos Africanos”. (Consulte preços e livrarias aqui)

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E é isso por ora. Mais em breve.

 

Aberta a Temporada Pré-Falatório de Junho 8 de maio de 2010

Filed under: Uncategorized — Trupe das Muiezinha @ 7:52 pm
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Junho, mês de Copa do Mundo na África do Sul. Aproveitamos para comemorar estudando, falando e discutindo sobre Nelson Mandela e a sua Revolução Pacífica.

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O Falatório acontecerá no dia 12 de Junho, meiozinho da Copa e já tem um time bem interessante pra colaborar com a festa. O Guia é o Manoel Galdino (Maceió). Temos a colaboração do Carlos Subuhana com contos africanos e nas picapes. Na cozinha, Cristina Nemias Manhiça. E a Cia Sansacroma vem fazer uma surpresa multilinguagens…

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Aberta, então, a temporada Pré-Falatório. Em breve, indicação de bibliografia, leituras rápidas, apresentação do cozinheiro, dos músicos, do DJ, indicação de bebida e outras coisas.

 

Mandela nas Cineprojeções de Maio 6 de maio de 2010

Filed under: Uncategorized — Trupe das Muiezinha @ 11:09 pm
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Na tela, em maio 1 de maio de 2010

Filed under: Uncategorized — Trupe das Muiezinha @ 10:27 pm
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A Edição II das Cineprojeções tem o objetivo de aproximar a gente do assunto a ser abordado no Falatório de Junho. O tema escolhido, em consonância com a Copa do Mundo na África do Sul acontecendo no mesmo mês, vai ser a revolução liderada por Mandela na África do Sul.

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Assim, em maio exibiremos dois filmes acerca do tema: o primeiro, é “Mandela, Um Grito de Vitória”, um documentário de Angus Gibson e Jo Menell, com cenas interessantes e depoimentos de muitos dos envolvidos em todo o processo da luta. Depois, veremos “Sarafina!”, um musical dirigido por Darrell Roodt, que traz a realidade do apartheid a partir do olhar de uma adolescente de Soweto que, inspirada por uma professora na escola, passa a acompanhar e participar da luta de Mandela.

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Pipoca, pizza e guaraná. Sonzinho depois.

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Confirme sua presença escrevendo pra trupedasmuiezinha@gmail.com.

 

 
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