
Cozinha - Yoel, o Chef

Cozinha - O truque do garfo pras mandiocas ficarem maciiiiias...

Cozinha - Frijoles!

Cozinha - Jade troca de posto: preparando Mojito!

Cozinha - Mojito!

Cozinha

Cozinha - Raul dá uma mão com os frijoles

Cozinha

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Pré - Falação (Mari, guia, no fundo)

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Falação - (Escutando Fidel)

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Show da banda “Hebe e os Camargos”.



A origem do tabaco é, provavelmente, da península de Yucatán, no México. Passou a ser utilizada pelos Maias e, depois da queda de sua civilização, se espalhou pela América do Sul e do Norte.
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Durante muito tempo, a introdução do tabaco em várias regiões foi polêmica: os primeiros fumantes, que voltaram da expedição de Colombo às Américas, foram considerados possuídos pelo demônio e acusados de heresia. No final do século 16, folhas de tabaco eram queimadas na Espanha por contrariarem os mandamentos da igreja e, na Pérsia, pessoas eram condenadas à morte.
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Um estudo feito em 1626 pelo cientista alemão Johan Neander sobre os efeitos terapêuticos do tabaco ajudou a modificar as considerações sobre o fumo (Nicotiana tabacum). Na França e Inglaterra, o hábito de fumar só se tornou popular após a guerra contra Napoleão (1806-1812). A produção de charutos começa, então, na Inglaterra, em 1820.
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No início do século 17, o tabaco era fumado apenas em cachimbos nas colônias americanas. O charuto propriamente dito só apareceu em 1762, quando o general Israel Putnam retornou de Cuba com uma seleção de charutos e muito tabaco. No século 18, os norte-americanos não só compravam charutos de Cuba, como os produziam em seu próprio país, pois charuto tinha se tornado um símbolo de status nos EUA e a marca começava a se tornar importante.
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O solo e clima favoráveis de Cuba e a constatação de sua importância na qualidade dos charutos lá fabricados atuaram como determinante para que, no final do século 19, mais de uma centena de fábricas estivessem instaladas em Cuba, em outros países caribenhos e ao sul da Flórida. Também ajudou esse aumento de produção cubana no início do século um decreto do rei Ferdinando VII da Espanha, em 1821, que encorajava a produção de charutos cubanos (Cuba era, então, colônia espanhola).
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Em 1959, a revolução comunista de Fidel Castro contra o general Batista mudou o panorama do comércio e da produção de tabaco em Cuba: Fidel estatiza as companhias de tabaco (cria a estatal Cubatabaco, atualmente Habanos S.A.) e, em 1962, os Estados Unidos determinam embargo comercial total contra a ilha.
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Muitos mestres charuteiros começaram então sua produção fora de Cuba, geralmente utilizando as mesmas marcas que antes empregavam no país.
Jade, a moça por trás das picapes do Winamp no dia 27, morou e estudou em Cuba e, de volta à terrinha, trouxe nas malas, no MP3 player e na cabeça novidades e clássicos da música cubana.
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Vai compartilhar tudo com a gente no Falatório, e, pra que os curiosos musicais já possam se inteirar, baixar e ir escutando, anuncia alguns sons que vão compor sua playlist. Atenção: Compay Segundo, Elíades Uchoa, Ibraim Ferrer, Omara Portuondo, Rubén González, Daniel Castillo, Mirian Ramos, Los Van Van, Tradicionales Cubanos, Ivete Maria.
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Anota aí e já pode sair procurando.
Mais coisas pra gente ler.
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O livro “Fidel Castro – As Declarações de Havana”, da Editora Zahar, apresentado pelo filósofo e sociólogo paquistanês Tariq Ali, traz três textos de Fidel em três períodos marcantes da Revolução Cubana.
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O primeiro é ”A História Me Absolverá”, de 1953, texto que Fidel produziu para sua auto-defesa e proclamou diante do tribunal que o julgava, depois de 2 anos preso por liderar o ataque de rebeldes aos quartéis Moncada e Bayamo, na província de Oriente. Um libelo contra a ditadura de Batista e a ilegalidade do Judiciário em Cuba.
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O segundo,” Primeira Declaração de Havana”, de 1959, é a base do discurso que anunciou a proclamação da independência de Cuba em relação aos Estados Unidos.
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O terceiro,” Segunda Declaração de Havana”, de 1961, é o Manifesto que conclama a libertação do continente latino-americano.
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O livro conta ainda com uma breve cronologia da História de Cuba e da Revolução Cubana e com a contextualização constante de Tariq Ali, ao longo da leitura dos discursos de Fidel.
(Por Yoel Rodriguez)*
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De la cocina caribeña, gran olla cocida al sol durante ya casi cinco siglos, los cubanos compartimos esta forma tradicional de cocinar arroz con frijoles a partir de una otra leguminosa con diferentes pueblos hermanos, y la encontraremos no sólo en Haití, sino también en Puerto Rico, en Santo Domingo, en las Bahamas y otras islas del Caribe, con ligeras diferencias en cuanto a condimentos como resultado lógico de la transculturación.
Don Fernando Ortiz describe el guiso como de posible pero no probado origen africano; su ensayo sobre la cocina afrocubana fue publicado por primera vez en la Revista Bimestre Cubana en 1923, y hasta hoy día el vocablo congrí, aunque aparece en la enciclopedia, todavía no lo encontramos en el diccionario.
La forma de prepararlo y el nombre que le damos en Cuba pueden variar de una región a otra del país. Sobre esto, don Fernando Ortiz – a quien siempre tendremos que citar en presente – nos dice:
Congrí es vocablo venido de Haití; donde a los frijoles colorados se les dice congó; y al arroz riz, como en francés. Congrí; es voz de creole haitiano que significa «congos con arroz». Congrí no equivale a «moros y cristianos», como en Cuba decimos al arroz con frijoles negros, que también parece ser plato de cocinero africano.
Al congrí suelen echarle trocitos de carne de puerco y chicharrones y hoy se hace en Oriente también con frijoles caballeros, con preciosos y hasta con garbanzos. El folklorista oriental Ramón Martínez nos dice que «hace mucho tiempo, un negro de nación quiso condimentar una comida muy de carrera y sin condimentos; echó a hervir el arroz y los frijoles juntos y casi se cocinaron al mismo tiempo porque los frijoles eran frescos. Más tarde se cocinaron con más cuidado, se pusieron a cocinar los frijoles hasta que estuvieron blanditos, luego se aliñaron y se les echó el arroz; y cuando éste hubo reventado se sacó un poco de agua y se le dejó secar a fuego lento y quedó hecho lo que hoy es nuestro plato favorito, cuyo nombre no figura aún en los diccionarios; pero sí, en las listas de comida. En la década de 1868-1878 algunos chuscos, en vez de decir un plato de congrí, decían un plato de ‘voluntarios y bomberos’, aludiendo a que los voluntarios eran blancos y los bomberos todos eran negros y usaban cuellos y bocamangas rojos.
A esta interesante aclaración sobre el origen de nuestra costumbre de guisar juntos el arroz y los frijoles, podemos añadir que aún hay personas que no remojan los frijoles negros porque cuando son tiernos «y del país», esto no es necesario; así como quien le echa agua a «ojo de buen cubero» y luego saca caldo o añade agua, según el arroz o la cantidad de líquido disponible para ablandarlo, cosa no del todo errónea, puesto que al cambiar la calidad del arroz suele variar la proporción de agua o caldo requerido para cocinarlo desgranado, y no debemos olvidar que el congrí, tanto como los moros y cristianos o moros, debe resultar desgranado y nunca asopado.
Fernando Ortiz y Ramón Martínez no describen la costumbre de sofreír primero el arroz crudo en un poco de la grasa antes de mezclarlo con los frijoles y el caldo. Esto, que parece ser práctica común en muchas regiones de Cuba, principalmente las orientales, porque disminuye las posibilidades de que un arroz muy rico en almidón aglutine la mezcla, es aplicable a ambas recetas.
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Fonte:
Villapol, Nitza. Cocina al minuto. Editorial Orbe, La Habana, 1981. pp. 230-233.
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* Yoel Rodriguez tem 31 anos. Nasceu em Yaguajay – Sancti Spiritus, Cuba. Estudou Ciências Biológicas, Desenho e Administração de Sistemas Informáticos. Veio para o Brasil para fazer doutorado na USP no ano de 2005, voltou para Cuba em 2006 e veio de volta para o Brasil em março de 2007.
O Imperialismo – Che Guevara fala sobre o inimigo primeiro da Revolução Cubana.
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Os dois livros indicados como bibliografia para o Falatório de Junho (“A História Me Absolverá”, de Fidel Castro e “De Martí a Fidel – A Revolução Cubana e a América Latina”, de Luiz Alberto Moniz Bandeira) estão disponíveis para download na internet.
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Aqui, você tem os links direto para os sites.

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Cinqüentenário da Revolução Cubana e em Junho esse é o tema do nosso estudo e discussão.
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Aberta, enfim, a temporada Pré-Falatório. Em breve, leituras rápidas, bibliografia completa indicada, apresentação do chef, dos músicos, do DJ, indicação de bebida.